Audiências de presos são suspensas por falta de combustível no Piauí - Barra d Alcântara News

últimas

Post Top Ad

Post Top Ad

EM BREVE, SUA EMPRESA AQUI

14 de dez de 2018

Audiências de presos são suspensas por falta de combustível no Piauí

Audiências de presos são suspensas devido à falta de combustível no Piauí    — Foto: Catarina Costa/G1 PIA falta de combustível em alguns setores do governo do Estado já foi noticiada pelo G1, desde outubro deste ano, e agora o problema chegou às unidades prisionais e está impossibilitando a realização de transferências de presos e das audiências. A informação é do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Piauí (Sinpoljuspi) e foi confirmada pela Secretaria de Justiça.
O Sindicato diz que os cartões de combustível que abastecem os carros dos presídios estão bloqueados há mais de 20 dias. “A empresa que administra os cartões informou que fez o bloqueio porque não recebeu pagamento do governo do estado”, disse o vice-presidente do Sinpoljuspi, Kleiton Holanda.
Para Kleiton Holanda, esta situação pode prejudicar o desempenho do Tribunal de Justiça do Piauí perante o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que estabelece metas para os tribunais.
“Outro agravante desta situação é a possibilidade dos presos serem soltos sem sequer passar pela audiência de custódia porque não temos como deslocar o detento. Hoje mesmo um carro trouxe um preso de Bom Jesus e vai ele continuar na Casa de Custódia porque não tem gasolina para fazer o percurso”, revelou.
O tribunal de justiça informou que se alguma audiência não ocorre por não comparecimento de presos, a responsabilidade é da Sejus.
A Secretaria de Justiça do Estado do Piauí reconheceu que há limitações financeiras referentes ao combustível de veículos e informou que está trabalhando junto ao núcleo financeiro do Governo para solucionar o problema e não prejudicar o andamento das audiências.

Falta de combustível

IML de Teresina levou mais de 12 horas para conseguir recolher o corpo.  — Foto: Lorena Linhares/G1IML de Teresina levou mais de 12 horas para conseguir recolher o corpo.  — Foto: Lorena Linhares/G1
IML de Teresina levou mais de 12 horas para conseguir recolher o corpo. — Foto: Lorena Linhares/G1

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Post Top Ad

EM BREVE, SUA EMPRESA AQUI