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Teresina em Ação promove jogo de futebol infantil na Zona Sudeste da capital

A 17ª edição do Teresina em Ação promoveu um jogo de futebol infantil durante a 17ª edição do evento, neste sábado (15), na Praça Francisco Marreiros, bairro Comprida, Zona Sudeste da capital. O projeto é uma parceria da TV Clube com a prefeitura de Teresina e oferece mais de 100 serviços à comunidade.
A partida foi disputada pelos times do Dirceu e do River, compostos por meninos de 9 a 12 anos. O gerente de direitos humanos da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), Alex Carvalho, contou ao G1 que alguns dos jogadores fazem parte de um projeto beneficente voltado para ajudar crianças em situação vulnerabilidade.
Partida foi disputada pelos times do Dirceu e do River — Foto: José Marcelo/G1Partida foi disputada pelos times do Dirceu e do River — Foto: José Marcelo/G1
Partida foi disputada pelos times do Dirceu e do River — Foto: José Marcelo/G1
“Como a gente trabalha com conselhos tutelares, passamos a conhecer muito a comunidade, e dentro desse conhecimento a gente começou a trabalhar com algumas crianças vulneráveis, dando a opção pra elas que se a gente não formar jogadores, estaremos formando cidadãos”, explicou Alex Carvalho.
O gerente informou que alguns dos garotos ajudados já conseguiram sair da situação de vulnerabilidade. “Teve um que a gente foi até a casa dele, levamos alimentos e cidadania e hoje ele está chegando ao Atlético mineiro", disse Alex Carvalho.
Gerente de direitos humanos da Semcaspi, Alex Carvalho — Foto: José Marcelo/G1Gerente de direitos humanos da Semcaspi, Alex Carvalho — Foto: José Marcelo/G1
Gerente de direitos humanos da Semcaspi, Alex Carvalho — Foto: José Marcelo/G1
Segundo o gerente, o time do River dispõe de seis crianças que vivem em estado de vulnerabilidade e a parceria com a escolinha do Dirceu tem com o intuito de dar oportunidade a elas de serem não somente jogadores, mas para que possam também ter melhores expectativas de vida.
"Uma criança feliz e realizada, não só muda a vida dela, mas também de toda a comunidade e isso acontece com igualdade para todos. É dar um bem estar digno pra eles e suas famílias. A gente pede até ajuda as instituições para que coloquem essas crianças no futebol, para que elas não fiquem ociosas, porque acontecendo isso, a gente dá oportunidade para eles sonharem e crianças sonhando ficam distante da marginalidade”, enfatizou.
*José Marcelo, estagiário sob supervisão de Lucas Marreiros.

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