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5 de abr de 2019

As Águas invadem Parque Encontro dos Rios na zona Norte de Teresina

As populações ribeirinhas de Teresina e região estão apavoradas com o volume dos leitos dos Rios Poti e Parnaíba. No Parque Encontro dos Rios, zona Norte da capital, as águas já invadiram a estrutura do parque, o que curiosamente tem chamado mais visitantes para o espaço. Os stands e o restaurante flutuante estavam lotados na tarde desta sexta-feira (5).
Leito do Parnaíba invade Parque Encontro dos Rios. Crédito: Raíssa Morais.
Mas os vendedores estão assustados com o volume de água. Isso porque o mês de abril promete mais chuvas, e a água do Rio Parnaíba cresce de forma visível aos olhos de quem passa alguns minutos observando a paisagem. “Em 2009 a água chegou até metade do meu quiosque, mas esse ano estou apavorada porque tem mais chuva para vir”, conta Joana da Silva, que vende artesanato no Encontro dos Rios há mais de 15 anos.
Guichês são afetados pelas águas. Crédito: Raíssa Morais.
O pescador Francisco Antônio, de 65 anos, 40 deles destinado à pesca, conta que essa enchente só não está pior que a que ocorreu em 1985. “A água está subindo cada vez mais. Não dá nem para pegar peixe, porque a água está muito alta. No máximo dá para pescar dentro do mato, que a água já invadiu. Acredito que a água vá subir bem mais ainda”, avalia.
Vendedora teme prejuízos com o avanço das águas. Crédito: Raíssa Morais.
Próximo da região, nas Olarias, moram Rosana Maria e a filha, Fernanda Maria. Ambas reconhecem a gravidade da situação, pois o quintal da casa das duas já é o próprio Rio Parnaíba, que invade o quintal abençoado com um grande cajazeiro. “Todo ano é assim. Em 2009 foi o pior ano, tivemos que sair porque a casa estava ruindo o chão. Mas entrar mesmo nunca acontece”, conta Rosana.
Mãe e filha temem enchentes. Crédito: Raíssa Morais.
“Não sei agora porque sei que tem mais chuva e o rio já chegou até aqui”, aponta Fernanda. “A gente fica com medo, mas é uma situação que não sabemos o que fazer. O prefeito tem que indenizar a gente direito, levar a gente para um conjunto que não seja muito longe. Também precisamos de atenção do poder público”, acrescenta a jovem.
Na Vila Apolônio o risco é a lagoa, apontam moradores. Crédito: Raíssa Morais.
Na Vila Apolônio a situação não é diferente. A lagoa já transborda e ameaça casas. “A gente nem dorme. Eles colocaram uma bomba que diminuiu o tamanho da lagoa, mas ela só tem crescido nos últimos dias”, acrescenta Genilson Medeiros, autônomo.


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