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26 de set de 2019

Funcionário de gráfica é preso após mandar mensagem por engano para o chefe confessando furto de peça



Três funcionários foram presos em flagrante nesta quarta-feira (25) suspeitos de furtar peças de uma gráfica, localizada na Avenida Campos Sales, Centro-Norte de Teresina. Segundo a polícia, o crime foi descoberto após um dos integrantes enviar por engano mensagem para o dono da empresa confessando o furto de uma mercadoria.
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De acordo com o chefe de investigação do 1º Distrito Policial, Raimundo Nonato Martins, 10 funcionários participavam do esquema. O dono de uma empresa de informática foi preso também na quarta-feira por receptação das peças roubadas.

Delegado Sérgio Alencar, titular do 1º Distrito Policial, investiga o caso — Foto: Gilcilene Araújo/G1
"O proprietário da gráfica procurou a polícia informando que estava sendo vítima dos funcionários. A organização criminosa era formada por 10 técnicos, que furtavam as peças e revendiam para receptadores. Dois funcionários foram presos em casa e o terceiro dentro da empresa. Um receptador foi preso na Vila Operária com uma peça roubada", informou.


Os três funcionários presos foram autuados por furto qualificado e associação criminosa. O dono da loja de informática foi autuado por receptação. Todos eles estão presos na Central de Flagrantes de Teresina. Os demais funcionários envolvidos no esquema foram ouvidos e serão incluídos no inquérito policial.




Como funcionava o esquema



Conforme a investigação, o esquema do furto de peças acontecia há quatro anos e cada funcionário faturava em torno de R$ 400 por dia. A empresa aluga copiadoras, fornece cartuchos e presta serviço de assistência técnica.


"No momento em que os funcionários eram chamados para prestar assistência técnica de uma impressora, por exemplo, eles inventavam que algumas peças estavam com problemas e faziam os pedidos das peças. Só que elas não eram instaladas na máquina, mas sim subtraídas e revendidas para receptadores", explicou o delegado Sérgio Alencar, titular do 1º Distrito Policial.


Segundo o delegado, um dos funcionários presos confessou que lucrava por mês R$ 4 mil com a venda das peças furtadas. A polícia acredita que os integrantes mais antigos recebiam mais no esquema. O caso segue sendo investigado pelo 1º Distrito Policial.

TERESINA

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