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5 de fev. de 2020

Chuvas causam escassez de tomate no mercado e preço sobe quase 150%



Quem faz feira regularmente já percebeu que o preço do tomate está nas alturas. O quilo era comprado na Ceasa por preços entre R$ 2,50 e R$ 3. Agora, a média é de R$ 6 por quilo. Nos supermercados, quando tem tomate, o valor chega a ser ainda maior.

Esse problema envolve também outros produtos, como a cenoura e o maracujá, mas em menor proporção. O quilo da cenoura subiu R$ 0,50 e agora está custando R$ 3, em média. E o maracujá está R$ 1 mais caro, com o quilo custando R$ 4,50 nesse período.

Segundo o consultor de negócios da Ceasa, Gerson Rios, o que está causado a alta de preços é a falta de produtos provocada pela frequência das chuvas. "Alguns alimentos do hortifruti se estragam mais rápido. Em local úmido, o tomate cria mofo e estraga. Isso acontece desde a produção e, com isso, o tomate perde a condição de qualidade para o consumo. Por isso, tem menos tomate disponível no mercado. Por outro lado, como é um alimento muito usado na composição das saladas, a quantidade de pessoas que compra não diminuiu, e aí o preço aumentou. É a lei da oferta e da procura", explica Gerson Rios.

Ele acrescenta que, como o produtor tem menos produtos para vender, acaba repassando mais caro para os vendedores das bancas - o que acontece também com os supermercados - e esse aumento é repassado para o consumidor final. "Todo mundo está sofrendo com a redução da quantidade de tomate. É uma variação normal devido ao clima e vai durar enquanto estiver chovendo", diz o consultor.

O tomate vendido no Piauí vem do Ceará ou da Bahia, que são regiões onde também está chovendo.

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