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21 de ago. de 2020

Video: polícia acha veneno de rato e prende comerciante suspeita de matar cães em Teresina

 A comerciante suspeita de envenenar pelo menos quatro animais em Teresina foi presa, em flagrante, na tarde dessa sexta-feira (21). Equipes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente  (DPMA) cumpriam mandados de busca e apreensão quando encontraram três frascos de veneno, sendo dois conhecidos popularmente como milgatos ou chumbinho.

A delegada Edenilza Viana, titular da DPMA, explica que vem acompanhando o caso desde maio quando a estudante de medicina veterinária teve o primeiro cão morto com suspeita de crime.

Fotos: Divulgação/PC

"Esse caso de maio, a dona do animal trouxe um áudio em que a suspeita confessa o crime e fizemos um procedimento simples chamado Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Esse caso já foi encerrado e enviado para o juíza do especial, explica a delegada.

Ontem (20) a estudante de Medicina Veterinária Thanandra Stefani perdeu o quarto cachorro por suspeita de envenenamento. Três destas mortes aconteceram menos de 12 horas. Em protesto, ela levou o corpo do animal, que se chamava Piranhão, para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). 

 

Piranhão e Chica foram mortos com suspeita de envenenamento (Foto: arquivo pessoal)

Sobre a prisão, Edenilza Viana ressalta que a investigação teve  início em julho quando foi registrada a morte da cadela Lua encontrada com sinais de envenenamento. 

"Todas as vezes que a dona dos animais esteve na delegacia a recebi e estávamos investigando o caso quando ontem apareceram mais três cães mortos. Mesmo sem o resultado do exame toxicológico, pedi no dia 06 de agosto o mandado de busca e apreensão que só saiu ontem (20) coincidindo com a morte de mais três cães. Hoje durante o cumprimento  encontramos três frascos de veneno, o que caracteriza crime uma vez que é uma substância compatível com a substância ingerida pelos cães que morreram", reitera a titular da DPMA. 

Fotos: Roberta Aline

A delegada acrescenta que a comerciante foi presa por armazenar em casa produto tóxico proibido pela Anvisa. 

"Havia pedido a prisão da investigada, mas a Justiça negou e concedeu o mandado de busca. Contudo, durante o cumprimento apreendemos esse material que caracteriza crime com pena até maior do que o crine de maus-tratos a animais.  Nesse caso, a pena é de até quatro anos", disse a delegada.

Os mandados de buscas e apreensão foram cumpridos na casa e sítio da investigada na zona rural Sudeste de Teresina, bem próximo à casa onde os animais moravam.

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