Tia de criança diz que crime não foi bala perdida: "foi só por maldade ASSISTA - Barra d Alcântara News

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22 de set. de 2020

Tia de criança diz que crime não foi bala perdida: "foi só por maldade ASSISTA

 

A tia da menina Maria Vitória dos Santos Barros, de dois anos, morta com um tiro na cabeça, conta que a sobrinha não foi vítima de bala perdida. O assassinato ocorreu na segunda-feira (21) no Residencial Torquato Neto, na zona Sul de Teresina.  

A tia Francisca das Chagas revelou à equipe do Jornal do Piauí que, a partir do que ouviu de uma testemunha, Vitória não foi vítima de bala perdida. 

A criança morava com o pai no condomínio. Ele não estava com a filha quando o crime aconteceu. Segundo familiares, a menina brincava de boneca com outras duas crianças na área comum do condomínio. O alvo dos tiros do suspeito seria um homem que estaria próximo delas. 

"Ele foi lá, atirou no homem. Na volta passou por ela e atirou na cabeça dela. Foi só por maldade, de propósito. A testemunha que socorreu ela, disse", conta a tia. 

Maria Vitória chegou a ser socorrida por uma guarnição do Choque da Polícia Militar do Piauí, mas não resistiu ao disparo de arma de fogo. 

"Nossa equipe estava em patrulhamento na região do Torquato Neto, por volta das 19 horas, quando um casal pilotando uma moto estava conduzindo uma criança ferida, com disparo de arma de fogo na região da cabeça. Ele parou a nossa equipe e pediu auxílio. A gente embarcou a criança na nossa viatura e procurou fazer o deslocamento o mais rápido possível para o HUT (Hospital de Urgência de Teresina)", disse o capitão da Rone, Rafael Nepomuceno. 

O homem que socorreu Vitória na moto também foi atendido no HUT devido um tiro por arma de fogo na perna. Conhecido como "Sementinha", ele tem histórico criminal. Ele disse aos policiais que sofreu o tiro em decorrência de prestar o socorro à criança. 

A Polícia Militar destaca que outro homem foi baleado na região, mas não confirma, até o momento, se esse tem relação ao tiroteio que matou a criança. 

Agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estão no caso. Além do atirador, a polícia busca descobrir quem era o verdadeiro alvo dele. 

A Polícia Militar reforçou a segurança no Torquato Neto após o constante registro de crimes, dentre eles o de homicídio e tráfico de drogas. 


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