Foi apresentado, na manhã desta segunda-feira (11), o estudo sobre as condições de segurança e estabilidade do dique do Rio Parnaíba, localizado na Avenida Boa Esperança, zona Norte de Teresina. O novo estudo, feito a pedido do Ministério Público do Piauí (MPE-PI), aponta que a estrutura do dique está vulnerável e precisa ser reforçada.
O dique do rio Parnaíba protege diretamente 100 mil pessoas que moram na zona Norte de Teresina. O reforço e a ampliação dos diques estão previstos na segunda etapa do Programa Lagoas do Norte. A intenção é proteger a cidade contra as enchentes, como as que ocorreram em 1985, 2008 e 2009.
“O dique, na condição atual, não está seguro. Se acontecer novamente uma chuva do porte da de 1985, ela encontraria vários pontos vulneráveis na estrutura do dique, onde a água entraria e ocuparia toda essa parte protegida dentro da parte urbana, que está do lado seco”, afirma o engenheiro civil Mário Cicareli, especialista em obras hidráulicas. A enchente de 1985 é referência para avaliação da segurança do dique dentro dos critérios nacionais e internacionais.
Cicareli ressaltou ainda que estrutura do dique do Rio Parnaíba não está segura, o que aumenta a vulnerabilidade. “Existem muitas incrustações, muitas benfeitorias que foram feitas em cima da estrutura do dique e isso não tem similar no mundo, ou seja, não tem estrutura de contenção de cheia onde é permitido, por exemplo, a plantação de árvore, escavação de poços. Então, sobre a sua estabilidade, o dique não se encontra seguro”, enfatiza.
O novo estudo sobre a segurança do dique recomenda também que a ocupação do dique seja desestimulada, inclusive após as intervenções de reforço. “Qualquer utilização que seja dada ao dique, após o reforço, deve considerar a segurança e evitar ações que comprometam a sua estabilidade”, sugere.
O coordenador do Programa Lagoas do Norte, Cleto Baratta, afirmou que, com base nos estudos e no diálogo com a comunidade da região, serão buscadas alternativas para que seja feito o reforço do dique. “É importante que poder público e comunidade tenham ciência desse estudo para dar continuidade aos diálogos sobre as intervenções que serão feitas não apenas no dique da Boa Esperança, mas em toda a região Norte. O dique protege a cidade de Teresina e é um mecanismo importante para o controle de enchentes. O Programa Lagoas do Norte não tem a intenção e nem o interesse na desapropriação, mas precisamos garantir a segurança tanto das pessoas que moram hoje na área do dique como da cidade como um todo”, destaca.
Em fevereiro do ano passado, a Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN), realizou o Painel de Segurança, onde foi apresentado o estudo preliminar que já recomendava que as construções em cima do dique deveriam ser evitadas. O Painel faz parte da política de salvaguardas do Banco do Mundial, obrigatória para obras que representam proteção à vida da população.
A pedido do promotor Fernando Santos, o estudo será analisado nos próximos 90 dias por representantes do MPE-PI, Ministério Público Federal, Defensoria Pública do Estado do Piauí e Defensoria Pública da União.
“O dique, na condição atual, não está seguro. Se acontecer novamente uma chuva do porte da de 1985, ela encontraria vários pontos vulneráveis na estrutura do dique, onde a água entraria e ocuparia toda essa parte protegida dentro da parte urbana, que está do lado seco”, afirma o engenheiro civil Mário Cicareli, especialista em obras hidráulicas. A enchente de 1985 é referência para avaliação da segurança do dique dentro dos critérios nacionais e internacionais.
Cicareli ressaltou ainda que estrutura do dique do Rio Parnaíba não está segura, o que aumenta a vulnerabilidade. “Existem muitas incrustações, muitas benfeitorias que foram feitas em cima da estrutura do dique e isso não tem similar no mundo, ou seja, não tem estrutura de contenção de cheia onde é permitido, por exemplo, a plantação de árvore, escavação de poços. Então, sobre a sua estabilidade, o dique não se encontra seguro”, enfatiza.
O novo estudo sobre a segurança do dique recomenda também que a ocupação do dique seja desestimulada, inclusive após as intervenções de reforço. “Qualquer utilização que seja dada ao dique, após o reforço, deve considerar a segurança e evitar ações que comprometam a sua estabilidade”, sugere.
O coordenador do Programa Lagoas do Norte, Cleto Baratta, afirmou que, com base nos estudos e no diálogo com a comunidade da região, serão buscadas alternativas para que seja feito o reforço do dique. “É importante que poder público e comunidade tenham ciência desse estudo para dar continuidade aos diálogos sobre as intervenções que serão feitas não apenas no dique da Boa Esperança, mas em toda a região Norte. O dique protege a cidade de Teresina e é um mecanismo importante para o controle de enchentes. O Programa Lagoas do Norte não tem a intenção e nem o interesse na desapropriação, mas precisamos garantir a segurança tanto das pessoas que moram hoje na área do dique como da cidade como um todo”, destaca.
Em fevereiro do ano passado, a Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN), realizou o Painel de Segurança, onde foi apresentado o estudo preliminar que já recomendava que as construções em cima do dique deveriam ser evitadas. O Painel faz parte da política de salvaguardas do Banco do Mundial, obrigatória para obras que representam proteção à vida da população.
A pedido do promotor Fernando Santos, o estudo será analisado nos próximos 90 dias por representantes do MPE-PI, Ministério Público Federal, Defensoria Pública do Estado do Piauí e Defensoria Pública da União.
Da redação
redacao@cidadeverde.com