Segundo informações do pai, a situação da criança é bastante preocupante. "Ele não se alimenta, fica de canto, não quer saber de nada e não quer nem ir para a escola", diz o pai, que prefere não se identificar. Ele afirma que a criança e o suspeito não se conheciam, e completa que aquela era a segunda aula do filho na piscina do clube.
Após a demora de seu filho, que saiu da piscina do Sesc Santos na noite do dia 31, onde estavam, para ir ao banheiro, sua primeira reação foi procurá-lo. "Jamais ia imaginar aquilo. Jamais", lembra.
Ele foi até o espaço onde ficam os chuveiros e chamou o filho – que não respondeu. Como os pertences do garoto estavam no local, ele resolveu bater em todas as portas. "Ele [suspeito] viu que não tinha mais jeito e abriu a porta", diz.
Assim que viu o homem e seu filho dentro do box, o pai agiu de forma consciente e acionou a polícia. "Eu conheço muito bem o meu filho. Eu acompanho ele na escola. Tudo o que a defesa alega não cola. Não tem explicação um adulto ficar preso no box com um menor. O que ele [suspeito] vai argumentar?", questiona.