Vacina russa contra a Covid-19 será produzida no Brasil - Barra d Alcântara News

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11 de ago. de 2020

Vacina russa contra a Covid-19 será produzida no Brasil


Segundo Kirill Dmitriev, chefe do fundo soberano da Rússia, a recém anunciada vacina russa contra a Covid-19 será produzida no Brasil a partir de novembro, desde que obtida a aprovação da Anvisa.
Vacina russa contra a Covid-19 será produzida no Brasil
Batizada de Sputnik V, em homenagem ao primeiro satélite a orbitar a Terra, a vacina foi registrada nesta terça-feira (11). O presidente Vladimir Putin afirma que ela é "bastante eficaz". "Gostaria de repetir que passou por todos os testes necessários. O mais importante é garantir a segurança total do uso da vacina e sua eficácia", diz.

Batizada de Sputnik V, em homenagem ao primeiro satélite a orbitar a Terra, a vacina foi registrada nesta terça-feira (11). O presidente Vladimir Putin afirma que ela é "bastante eficaz". "Gostaria de repetir que passou por todos os testes necessários. O mais importante é garantir a segurança total do uso da vacina e sua eficácia", diz.

Putin afirma que uma de suas filhas recebeu duas doses da vacina, e "desenvolveu um grande número de anticorpos". Entretanto, não informou qual delas Maria ou Katarina, foi vacinada, nem deu mais detalhes sobre os resultados.

Dmitriev reforça o discurso de que a vacina é incrivelmente segura e afirmou que não foram observados efeitos colaterais. Disse ainda que recebeu uma aplicação da vacina. Entretanto, vale lembrar que uma substância segura não é, necessariamente, eficaz.

Fruto de uma parceria entre o Centro Nacional de Investigação de Epidemiologia e Microbiologia Gamelaya e o Ministério da Defesa, o imunizante foi testado em uma primeira fase com 18 pessoas que receberam uma dose na forma liofilizada - em que a vacina é "desidratada" e a molécula estabilizada. Poucos dias depois, mais 20 indivíduos tiveram aplicações do mesmo tipo.

Em contraste, outras vacinas estão sendo testadas em escala muito maior. A "Vacina de Oxford", produzida pela companhia farmacêutica AstraZeneca, está sendo testada em 5 mil profissionais de saúde no RJ e SP. Já a CoronaVac, da empresa chinesa Sinovac, será testada pelo Instituto Butantan em 9 mil voluntários em seis estados brasileiros.

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