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8 de dez. de 2020

Wellington Dias defende que todos os estados vacinem ao mesmo tempo

 Fotos: Ascom/governo do Piauí

O governador Wellington Dias (PT) defendeu nesta terça-feira (8) em reunião presencial com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que nenhum estado vacine a população contra a Covid-19 sem que outras unidades da Federação façam o mesmo. A proposta do governador é evitar discriminação contra outros estados e permitir que a população de todo o país seja vacinada ao mesmo tempo.

“Se São Paulo anunciou que vai iniciar a imunização a partir de 25 de janeiro, então o governo federal tem que garantir que outras unidades da Federação também tenham as mesmas condições”, reclamou Wellington Dias, que presidente do Consórcio Nordeste e coordenador do tema da vacina no Fórum Nacional de Governadores.

No encontro que teve também a presença de vários governadores, Wellington pediu que o Ministério da Saúde coordene a vacinação no Brasil, de forma a evitar que os estados fiquem adotando medidas de imunização de forma separada, como aconteceu no início da pandemia, em que os governadores precisam negociar separadamente a compra de EPIs e respiradores.

O governador solicitou ainda que o Ministério da Saúde, por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceda uma licença especial para os laboratórios que fabricam vacinas que já foram autorizadas pelas agências reguladoras de outros países, como a fabricante Pfizer, que já está sendo aplicada no Reino Unido e está prestes a ser autorizada pelos órgãos sanitários dos Estados Unidos.

A ideia que é que uma vacina aprovada em países do exterior consiga em 72 horas numa autorização especial para ser usada no Brasil. Wellington Dias defendeu também que o país use vacinas de vários fabricantes, de forma que a imunização alcance mais pessoas em menor período de tempo. 

“O governo garantiu que vai comprar pelo menos 400 milhões de doses em 2021, para vacinar todos os brasileiros. Será vacinada uma parcela diferente de categorias consideradas mais vulneráveis ou expostas ao coronavírus. O Ministério da Saúde informou que a expectativa é imunizar 109,5 milhões de pessoas em 2021.

  


O governador Wellington Dias (PT) afirmou o encontro foi uma "vitória para o Brasil" e representou um retorno ao "eixo".

"Toda vacina comprada no Brasil será sob a coordenação do Ministério (da Saúde)", disse Dias em coletiva após a reunião com Pazuello. O compromisso assumido nesta terça pelo ministro é que todos os brasileiros que procurarem se vacinar tenham acesso ao imunizante. A principal demanda dos governadores era por uma liderança da pasta no processo de aquisição e distribuição dos imunizantes. "A ausência de uma coordenação nacional leva a desordem no País", opinou o governador.

Segundo ele, não era "razoável" que São Paulo iniciasse a imunização no fim de janeiro e outros Estados não. Ontem, o governador paulista, João Doria (PSDB), anunciou que começaria a vacinar a população em dia 25 de janeiro.

Pelo acordo firmado hoje, destacou Dias, o governo se comprometeu a comprar doses da Coronavac, uma vez liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), demanda defendida por Doria desde o início da pandemia, segundo Dias. O imunizante chinês produzido em parceria com o Instituto Butantã foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro. O novo entendimento é que se a vacina for certificada será adquirida e distribuída.

Também foi acordado hoje com os governadores que o Ministério da Saúde deverá adquirir qualquer imunizante que for validado por uma das quatro autoridades regulatórias sanitárias internacionais já previstas na legislação brasileira (União Europeia, China, Estados Unidos e Japão) e validados pela Anvisa.

"Pelo andar da terceira fase de várias vacinas, pela condição que tem de proximamente a gente ter agências europeias, a americana, como já está acontecendo, da própria China, há uma possibilidade real de ter em janeiro bem mais vacinas do que estava previsto no Plano de São Paulo. E nisso vai permitir que a gente tenha vacina em São Paulo, mas vacina também em outros lugares do Brasil", disse o governador do Piauí.

Dias informou ainda que Pazuello apresentou um plano estratégico para a vacinação no País, que já inclui a previsão de aquisição de insumos e equipamentos de proteção individual. No encontro, ficou definido ainda que profissionais da educação também entrarão na lista de grupos prioritários para receber a imunização.

 

Da Redação ( Com informações do governo do Estado e Estadão Conteúdo)

redacao@cidadeverde.com 

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