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14 de mar. de 2021

Frente Nacional de Prefeitos pede medidas restritivas e avaliação de lockdown



Foto: Arquivo/Cidadeverde.com


Diante do aumento do número de casos da Covid-19 e pela escassez de leitos nos hospitais públicos e privados no país, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) emitiu uma nota pedindo aos prefeitos que avaliem a decretação de lockdown nas cidades. A FNP recomenda que os gestores municipais adotem regras mais severas de restrição para conter o avanço da pandemia no país.

No documento, a FNP ressalta que o isolamento social é fundamental neste momento diante da pouca quantidade de vacinas disponíveis contra a doença no Brasil. A campanha de vacinação, pelo Ministério da Saúde, acontece de maneira fracionada. Inicialmente, apenas idosos e profissionais de saúde recebem a vacina.

"Atenta a isso, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) recomenda aos governantes locais que adotem medidas importantes de restrição da circulação e de isolamento social, de uso obrigatório de máscara e que avaliem a decretação de lockdown", diz a nota.

A nota destaca que “o Brasil se tornou epicentro mundial da pandemia da COVID-19. Já são mais de 273 mil vidas perdidas no país. Apenas os 106 maiores municípios do país têm mais de 270 mil habitantes. Como forma de evidenciar a dimensão dessa tragédia, seria como se, entre 5.464 cidades, uma ou um grupo delas fossem dizimados neste último ano”, exemplifica a nota.


De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, todos os 224 municípios piauienses já registram casos positivos para a Covid-19. No entanto, somente 214 cidades têm registro de morte pela doença.


Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados



Presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Jonas Donizette

“A prefeitura reforça que segue realizando ações educativas para a adoção de medidas sanitárias contra o coronavírus, além de realizar esforços para acelerar o processo de imunização dos teresinenses, como a compra de vacinas”, diz a nota.

No Piauí, a Prefeitura de Piracuruca adotou o lockdown em março. Em fevereiro, as Prefeituras de Piripiri e de Floriano também adotaram o fechamento das atividades por período curto de tempo. No mês de janeiro, a Prefeitura de Guadalupe anunciou que adotaria o lockdown parcial.

Leia na íntegra:


FNP se manifesta pelo aumento das restrições de circulação como forma de enfrentar a pandemia

O Brasil se tornou epicentro mundial da pandemia da COVID-19. Já são mais de 273 mil vidas perdidas no país. Apenas os 106 maiores municípios do país, dos 5.570, têm mais de 270 mil habitantes. Como forma de evidenciar a dimensão dessa tragédia, seria como se, entre 5.464 cidades, uma ou um grupo delas fossem dizimados neste último ano.

O cenário toma contornos cada vez mais catastróficos com as novas variantes do coronavírus, potencialmente mais contagiosas, de evolução mais agressiva e que circulam sem controle. E com as declarações do presidente da República que, mais uma vez em sua transmissão de vídeo semanal, criticou as medidas de segurança sanitária adotadas por prefeitos e governadores. Suas falas evidenciam a ineficaz coordenação nacional no enfrentamento à pandemia e ratificam a desconexão com a realidade, falta de compromisso com a Constituição Federal e com a vida. Situações que colocam o Brasil como foco de atenção e apreensão internacional.

Atenta a isso, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) recomenda aos governantes locais que adotem medidas importantes de restrição da circulação e de isolamento social, de uso obrigatório de máscara e que avaliem a decretação de lockdown.

Reafirma, também, que é necessário respeitar a heterogeneidade, tanto dos municípios brasileiros quanto do avanço da pandemia em cada território, mas reforça que o momento exige posições firmes para proteger a vida.

Embora sejam notáveis os esforços de prefeitas e prefeitos pela imunização em massa, o que há no Brasil, junto com os números assombrosos, infelizmente, é a escassez de vacina, cuja responsabilidade de aquisição é do Governo Federal.

Então, nesse momento em que velocidade de propagação do vírus é maior do que a capacidade de acolher pacientes, a comunidade científica reforça as medidas que impõem o isolamento social e os governantes locais precisam estar atentos a isso.

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