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16 de mar. de 2021

Piauí começa ano com saldo positivo em empregos formais em janeiro



O Piauí começou o ano com saldo positivo de 1.624 empregos formais (com carteira assinada) em janeiro, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado, na terça-feira (16) pelo Ministério da Economia. Em janeiro deste ano no Piauí contratou 8.778 empregados formais e demitiu 7.154, com uma variação de 0,55%.

O emprego celetista no Brasil apresentou crescimento em janeiro de 2021 com um saldo de 260.353 postos de trabalho formais no Brasil. O resultado mostra que o país continuou com a recuperação econômica após o pico de casos de Covid de 2020, que fechou parte das atividades econômicas no país. 

Os números são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Em janeiro de 2020, portanto antes da pandemia, a geração de empregos havia ficado em 117.793 (com ajustes). O saldo de janeiro de 2021 foi resultado de 1.527.083 admissões e 1.266.730 desligamentos. O estoque de empregos formais no país chegou a 39.623.321 vínculos e todos os setores de atividade econômica apresentaram crescimento no mês. 



Piauí começa ano com saldo positivo de 1.624 empregos formais em janeiro


No mês de janeiro de 2021, todos os grupamentos de atividades econômicas apresentaram saldo positivo. O setor da Indústria foi o grande destaque, com a geração de 90.431 novos postos de trabalho formais.

Em nível de subclasses, podemos apontar a “Confecção de Peças do Vestuário, exceto Roupas Íntimas e as Confeccionadas Sob Medida”, com o maior saldo (7.855), a maior parte no Paraná (3.058). A “Fabricação de Calçados de Couro” registrou o segundo maior saldo (5.762), principalmente na Bahia (1.670) e Rio Grande do Sul (1.658).

O setor de Serviços apresentou o segundo melhor saldo (83.686), sendo que os maiores foram registrados nos grupamentos de “Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas”, com 55.896; e “Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais”, com 18.353.

Já o terceiro maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor da Construção, com saldo de 43.498 postos de trabalho formais, principalmente na subclasse de “Construção de Edifícios”, com saldo de 16.636 postos. 

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