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6 de fev. de 2024

Prefeitura de Teresina concede reajuste de 5% para professores; categoria reivindica 20,8%

 Foto: Arquivo/Cidadeverde.com

Por Breno Moreno

A Prefeitura de Teresina anunciou, nesta terça-feira (6), um reajuste salarial de 5% aos professores da rede pública municipal. Com o aumento, o valor pago aos profissionais em início de carreira para carga horária semanal de 40h será de R$ 5.978,06 (vencimento + gratificação) a partir de fevereiro, com retroativo a janeiro de 2024.

“Uma grande vitória para a educação municipal de Teresina. Já levei ao prefeito Dr. Pessoa o impacto financeiro deste aumento, a minuta da lei do reajuste será enviada para a Câmara e os professores receberão o novo valor com efeitos a partir de janeiro de 2024”, afirma o secretário municipal interino de Educação, professor Reinaldo Ximenes.

Apesar do reajuste ser superior aos 3,62% piso nacional do magistério, definido pelo Ministério da Educação, a categoria reivindica um valor maior. Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (Sindserm), a recomposição seria de 20,8%, referente aos 17,23% que deixaram de ser cumpridos em 2022.

"Era 36,23% em 2022, eles pagaram só 16%. Ficou 17,23%. No ano seguinte, era 14,95% e foi pago 15%. No total, ainda fica faltando 20,8% que deixaram de ser cumpridos. O que queremos é que coloquem o valor correto do reajuste, porque até 2019 a Prefeitura nunca tinha deixado de cumprir o reajuste”, enfatizou Sinésio Soares, membro da direção da entidade sindical.

O sindicalista cita uma decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) determinando o pagamento dos 17% de reajuste que deixou de ser cumprido em 2022. O Sindserm aguarda por uma nova rodada de mediação com o Ministério Público (MP) para deliberar qual será a posição da categoria sobre a possibilidade de uma nova greve. 

“Temos que exercer nosso direito. Aquilo que deixaram de pagar em 2022 e 2023 pode ser parcelado. O retroativo de 2022, que está calculado em R$ 73 milhões e o de 2023, que não dá pra calcular porque não foi prestado contas ainda, isso a gente aceita negociar, mas colocar a tabela dentro da lei federal e municipal é inegociável", concluiu Sinésio Soares. 

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