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17 de mai. de 2024

Com baixa do Guaíba, famílias começam a voltar para casa em Porto Alegre



Por Samantha Klein cbn

— Canoas


17/05/2024 06h31 Atualizado há 51 minutos


Serviços como raspagem de lodo e coleta de móveis estragados são realizados nas vias. — Foto: Cesar Lopes / PMPA




O nível do Guaíba está estabilizado, ainda que muito alto, algumas famílias estão começando a voltar para a casa em Porto Alegre. É o caso do Centro, Menino Deus e Cidade Baixa, onde as pessoas já estão retirando entulhos e sujeira, e claro, contabilizando os prejuízos. Nas ruas, além de entulho, peixes e ratos mortos e esgoto exposto. Móveis e objetos pessoais se acumulam nas calçadas.


O Departamento Municipal de Limpeza Urbana recolheu 25 toneladas de lodo somente na Avenida Padre Cacique e 119 toneladas de resíduos no bairro Menino Deus, Zona Sul da Capital. Já do Guaíba, foram recolhidas 365 toneladas de entulho. Esse lixo todo será encaminhado para um aterro sanitário de Minas do Leão, cidade que fica a 200km de Porto Alegre.





Debate antigo no Rio Grande do Sul, mas acentuado com esta tragédia, ganha fôlego a discussão sobre as moradias nas áreas de risco. Em Porto Alegre, os moradores das ilhas foram fortemente impactados e saíram às pressas quando as águas elevaram.




Falta de água gera reclamações de moradores




Em outra frente, a população reclama do abastecimento de água. A Estação de Tratamento do bairro Moinhos de Vento foi reestabelecida somente na última quarta-feira, após 12 dias de desligamento, o que colabora para o retorno para casa. Essa estação compreende 21 bairros da áre nobre da cidade e hospitais importantes no atendimento à população. No entanto, há reclamações de moradores que seguem sem fornecimento.


O Departamento Municipal de Água e Esgoto informou que a vazão da ETA está reduzida, tratando 500 litros de água por segundo. Com o consumo elevado para encher os reservatórios prediais, "não dá tempo de abastecer a todos".

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