O mês de setembro alcançou a marca histórica de 710 mil inseridos no mercado de trabalho, por meio do programa Jovem Aprendiz. Os dados são do Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Esta foi a sétima alta seguida.

Segundo o Cadastro do Ministério do Trabalho e Emprego, os setores que mais contrataram foram Serviços, Indústria, Comércio, Construção Civil e Agropecuária.
A alta nas contratações se tornou um padrão este ano. Ou seja: o número de novos contratos foi maior que o de rescisões. No acumulado de janeiro a setembro, foram quase 112 mil novas vagas ocupadas.
O Programa é garantido pela Lei da Aprendizagem, que completa 25 anos em dezembro. Ela determina que toda empresa de grande ou médio porte deve ter entre seus funcionários de 5 a 15% de aprendizes, garantindo a inclusão social e qualificação profissional desde à juventude.
Se enquadram no programa jovens matriculados em instituições de qualificação profissional, credenciadas pelo Ministério do Trabalho, com idade entre 14 e 24 anos.
O programa oferece remuneração proporcional ao salário mínimo por hora trabalhada, com jornada reduzida de até seis horas diárias, FGTS, 13º salário, vale-transporte e férias, que devem, preferencialmente, coincidir com o recesso escolar.
*Com supervisão de Vitória Elizabeth