O Tribunal de Justiça do Piauí apresentou, nesta quinta-feira (18), o balanço das atividades desenvolvidas ao longo de 2025. O levantamento valorizou o aumento da produtividade no primeiro e no segundo grau de jurisdição, a ampliação de programas sociais e a interiorização dos serviços. A avaliação foi feita pelo presidente da Corte, desembargador Aderson Nogueira, durante a Solenidade de Natal do Judiciário, realizada na sede do TJPI, em Teresina.
De acordo com o presidente, o Tribunal alcançou índices superiores ao volume de processos recebidos no segundo grau, além de registrar avanços no primeiro grau e em ações voltadas à regularização fundiária e ao acesso da população aos serviços judiciais. Ele ressaltou que o resultado reflete tanto o desempenho da magistratura quanto a continuidade de programas institucionais.
“Nunca o tribunal aqui no segundo grau julgou como nós julgamos este ano. Tivemos uma produtividade de 120% dos processos que chegaram e, no primeiro grau, um percentual de resolutividade muito elevado. O Tribunal também adotou e manteve programas como o Regularizar, que chegou a mais de cem mil unidades regularizadas, além de outras ações voltadas à aproximação com a sociedade”, afirmou.
No balanço, Aderson Nogueira também destacou a atuação do Judiciário na interiorização das atividades, com parcerias firmadas com municípios e a ampliação de unidades de atendimento no interior do estado.
“Para 2026, já tramitam no Tribunal propostas de descentralização de ações, como a especialização de unidades agrárias no interior e de comarcas voltadas a questões ambientais e crimes de racismo. São pautas sensíveis à sociedade e que exigem uma atuação mais próxima do Judiciário junto à população”, declarou.
Outro ponto abordado pelo presidente foi o papel do Judiciário no enfrentamento à violência e ao crime organizado. Ele ressaltou que a atuação da Justiça é indispensável para a legalidade das ações de segurança pública e ocorre de forma integrada com os demais poderes e instituições.
“Não existe operação policial, busca ou prisão sem ordem judicial, assim como não há soltura sem decisão do juiz. Essa parceria é institucional e legal. O magistrado analisa os pedidos fundamentados e decide conforme a Constituição e a lei, autorizando ou não as medidas, garantindo segurança jurídica no combate ao crime organizado”, disse.
Tecnologia
O vice-presidente do TJPI, desembargador Agrimar Rodrigues, também avaliou positivamente o desempenho do Tribunal em 2025, com ênfase nos avanços tecnológicos e na modernização dos fluxos de trabalho. Ele destacou o uso de automação e inteligência artificial para agilizar julgamentos e reduzir o tempo de tramitação dos processos.
“Foi um ano de muitos avanços, especialmente na área tecnológica, com automação e inteligência artificial. O Tribunal vem batendo recordes de julgamentos e arquivamentos e essas ferramentas estão sendo levadas também ao primeiro grau, que ainda enfrenta alguns gargalos. Em 2026, a tendência é manter esse ritmo, com parcerias com os tribunais superiores”, afirmou.
Além dos resultados jurisdicionais, o balanço apresentado pelo TJPI também incluiu ações sociais e campanhas solidárias desenvolvidas ao longo do ano. Para 2026, a administração do Tribunal aponta como prioridades a manutenção dos índices de produtividade, a ampliação da presença no interior do estado e o fortalecimento da atuação do Judiciário no enfrentamento ao crime organizado.
O Tribunal de Justiça do Piauí apresentou, nesta quinta-feira (18), o balanço das atividades desenvolvidas ao longo de 2025. O levantamento valorizou o aumento da produtividade no primeiro e no segundo grau de jurisdição, a ampliação de programas sociais e a interiorização dos serviços. A avaliação foi feita pelo presidente da Corte, desembargador Aderson Nogueira, durante a Solenidade de Natal do Judiciário, realizada na sede do TJPI, em Teresina.
De acordo com o presidente, o Tribunal alcançou índices superiores ao volume de processos recebidos no segundo grau, além de registrar avanços no primeiro grau e em ações voltadas à regularização fundiária e ao acesso da população aos serviços judiciais. Ele ressaltou que o resultado reflete tanto o desempenho da magistratura quanto a continuidade de programas institucionais.
“Nunca o tribunal aqui no segundo grau julgou como nós julgamos este ano. Tivemos uma produtividade de 120% dos processos que chegaram e, no primeiro grau, um percentual de resolutividade muito elevado. O Tribunal também adotou e manteve programas como o Regularizar, que chegou a mais de cem mil unidades regularizadas, além de outras ações voltadas à aproximação com a sociedade”, afirmou.
No balanço, Aderson Nogueira também destacou a atuação do Judiciário na interiorização das atividades, com parcerias firmadas com municípios e a ampliação de unidades de atendimento no interior do estado.
“Para 2026, já tramitam no Tribunal propostas de descentralização de ações, como a especialização de unidades agrárias no interior e de comarcas voltadas a questões ambientais e crimes de racismo. São pautas sensíveis à sociedade e que exigem uma atuação mais próxima do Judiciário junto à população”, declarou.
Outro ponto abordado pelo presidente foi o papel do Judiciário no enfrentamento à violência e ao crime organizado. Ele ressaltou que a atuação da Justiça é indispensável para a legalidade das ações de segurança pública e ocorre de forma integrada com os demais poderes e instituições.
“Não existe operação policial, busca ou prisão sem ordem judicial, assim como não há soltura sem decisão do juiz. Essa parceria é institucional e legal. O magistrado analisa os pedidos fundamentados e decide conforme a Constituição e a lei, autorizando ou não as medidas, garantindo segurança jurídica no combate ao crime organizado”, disse.
Tecnologia
O vice-presidente do TJPI, desembargador Agrimar Rodrigues, também avaliou positivamente o desempenho do Tribunal em 2025, com ênfase nos avanços tecnológicos e na modernização dos fluxos de trabalho. Ele destacou o uso de automação e inteligência artificial para agilizar julgamentos e reduzir o tempo de tramitação dos processos.
“Foi um ano de muitos avanços, especialmente na área tecnológica, com automação e inteligência artificial. O Tribunal vem batendo recordes de julgamentos e arquivamentos e essas ferramentas estão sendo levadas também ao primeiro grau, que ainda enfrenta alguns gargalos. Em 2026, a tendência é manter esse ritmo, com parcerias com os tribunais superiores”, afirmou.
Além dos resultados jurisdicionais, o balanço apresentado pelo TJPI também incluiu ações sociais e campanhas solidárias desenvolvidas ao longo do ano. Para 2026, a administração do Tribunal aponta como prioridades a manutenção dos índices de produtividade, a ampliação da presença no interior do estado e o fortalecimento da atuação do Judiciário no enfrentamento ao crime organizado.