A advogada argentina que foi flagrada fazendo gestos racistas contra o funcionário de um bar no Rio de Janeiro, na última quarta-feira (14), disse que “não sabia que os gestos eram considerados crime de racismo”.
Agostina Paez esteve na delegacia da Rocinha neste final de semana e foi submetida a interrogatório. Ela afirma que o gesto foi “brincadeira”. Depois do depoimento, a argentina fica proibida de deixar o Brasil e está usando tornozeleira eletrônica.
No momento do crime, Agostina Paez estava com as amigas em um bar em Ipanema. Segundo testemunhas, elas tiveram desentendimento com o funcionário por conta de um suposto erro no pagamento.
Na saída, a turista chamou o funcionário de “mono”, que quer dizer macaco em espanhol, e ainda fez gestos imitando o animal. Toda a ação foi filmada por pessoas que estavam no local.
No Brasil, o racismo é crime tratado na Lei 7.716/89 (crimes resultantes de preconceito de raça ou de c