Mais de 2,6 milhões de pessoas acompanharam a virada do ano na praia de Copacabana, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. O maior Réveillon do mundo, certificado pelo Guiness Book, teve 12 minutos de queima de fogos e, pela primeira vez, um balé de 1.200 drones, formando imagens simbólicas em homenagem à cidade. Um dos momentos mais aguardados foi a formação de uma escultura de rosto humano no céu, que arrancou aplausos do público. E, não teve chuva.

As apresentações musicais nos três palcos montados nas areias da praia animaram o público, que chegou bem cedo para garantir o melhor lugar. O ponto alto foi o show de Gilberto Gil e Ney Matogrosso. Mas teve Belo, Alcione, Iza e o dj Alok.
Pouco antes da chegada de 2026, um susto. A água do mar avançou nas areias e chegou nos arredores do palco principal, montado em frente ao hotel Copacabana Palace. A Marinha havia emitido um aviso de ressaca, com ondas chegando a 2,5 metros de altura e o Corpo de Bombeiros usou drones com avisos sonoros para alertar as pessoas a não entrar no mar. Mesmo assim, foram realizados mais de 470 salvamentos.
Os 4 postos médicos montados pela secretaria de Saúde do Rio atenderam 467 pessoas até às 4 horas da manhã. A maioria com mal estar por causa do calor e intoxicação. 48 tiveram que ser transferidas para hospitais da rede municipal.
A virada de 2026 reuniu mais de 5,1 milhões de pessoas, entre cariocas e turistas, em 13 palcos espalhados pela cidade. Agora pela manhã o público segue nas praias, aproveitando o sol neste primeiro dia do ano, e dividindo as areias com os garis que fazem a limpeza. A mega operação da Comlurb reúne mais de 5 mil garis.
A chegada de 2026 também foi comemorada em outras cidades. Em São Paulo, a queima de fogos, que durou 15 minutos e as apresentações musicais na avenida Paulista foram acompanhadas por uma multidão. O mesmo aconteceu em Salvador, Recife e Florianópolis.
