Filhos de ambulantes têm espaço de convivência no carnaval do Rio

Filhos de ambulantes têm espaço de convivência no carnaval do Rio

leandro santos
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Rio de Janeiro
São Paulo - Bloco infantil Emílias e Viscondes, com o tema A Pílula Falante do Senhor Caramujo, na Praça do Rotary, Santa Cecília  (Rovena Rosa/Agência Brasil)
© ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

Sol, praia e folia. Ingredientes perfeitos, que fazem a alegria de cariocas e turistas. Mas carnaval também é tempo de muito trabalho, principalmente para os ambulantes, que muitas vezes não têm com quem deixar os filhos enquanto buscam o sustento para a família.
 
Para os ambulantes que trabalham no entorno da Marquês de Sapucaí, o município oferece um espaço de convivência para os filhos dos trabalhadores com idade entre 4 e 12 anos. A secretária municipal de Assistência Social, Martha Rocha, avalia que o espaço de convivência ajuda a prevenir a exploração de mão de obra infantil.

"Essas crianças chegam até nós a partir das 18h e permanecem conosco até as 6h da manhã do dia seguinte. Recebem duas refeições — jantar e café da manhã — têm espaço de descanso, atividades lúdicas, uma área de proteção. Isso permite que os pais e as mães trabalhem com tranquilidade e que as nossas crianças sejam bem cuidadas e protegidas durante o período do carnaval."

Quem for ao Sambódromo também participa da campanha “Dispersão não é lugar de diversão”, voltada à prevenção de acidentes com crianças na Praça da Apoteose. Educadores e assistentes sociais orientam pais e responsáveis sobre os riscos da permanência de crianças na área de dispersão, onde há circulação de carros alegóricos e guindastes.
 

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