Minha Casa, Minha Vida: Secretário projeta mais de 3 mil unidades em Teresina

Minha Casa, Minha Vida: Secretário projeta mais de 3 mil unidades em Teresina

leandro santos
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 Foto: Divulgação

O secretário municipal de Planejamento de Teresina, Marco Antônio Ayres, afirmou que o município trabalha com a projeção de mais de 3 mil unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida para 2026. A estimativa considera as 2.800 moradias já previstas para a capital e a negociação em andamento para a contratação de mais de 500 imóveis, após diálogo com a Caixa Econômica Federal e o setor da construção civil.

Segundo o secretário, o município conseguiu acelerar os processos de aprovação dos empreendimentos, o que abriu espaço para a ampliação do número de unidades destinadas à cidade no próximo ano.

“O Minha Casa, Minha Vida é um programa do governo federal, em parceria com a Prefeitura de Teresina via Caixa. Para Teresina, ficaram contempladas 2.800 unidades no ano de 2025, mas como nós trabalhamos muito rápido aqui na cidade, junto com o Sinduscon, nós aprovamos essas unidades e estamos buscando mais de 500 casas no Brasil, para ampliar a oferta habitacional”, afirmou o secretário.

Além da política habitacional, Marco Antônio Ayres destacou o andamento e a retomada de obras de infraestrutura consideradas estratégicas para a cidade, muitas delas paralisadas em gestões anteriores. Entre os projetos citados estão galerias de drenagem em diferentes bairros e a licitação de obras viárias.

Foto: Renato Andrade/Cidadeverde.com

“Estamos colocando para caminhar obras que estavam estacionadas, como a galeria do bairro Toca do Ato Neto, uma obra de R$ 123 milhões que já foi licitada e está com visita técnica em andamento, além da galeria do São Pedro, que já tem mais de 250 metros construídos, e da ponte da Universidade, que está em fase final de licitação”, relatou o gestor.

O secretário também afirmou que a Prefeitura de Teresina não prevê, neste momento, a contratação de novos empréstimos para viabilizar os investimentos, citando o equilíbrio das contas municipais e a melhora nos indicadores fiscais.

“Hoje a prefeitura tem caixa para tocar o dia a dia da cidade e recursos de financiamento para executar as grandes obras. Não há necessidade imediata de novos empréstimos, embora o município tenha capacidade de endividamento, com a melhoria da classificação fiscal, que passou de CAPAG C para CAPAG B”, explicou.

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