Trabalhadores portuários argentinos iniciam greve de 48 horas

Trabalhadores portuários argentinos iniciam greve de 48 horas

leandro santos
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Protestos na Argentina, na semana passada
11/02/2026
Reuters/Martin Cossarini/Arquivo/Proibida reprodução
© REUTERS/MARTIN COSSARINI/ARQUIVO/PROIBIDA REPRODUÇÃO

Trabalhadores portuários argentinos iniciaram uma greve de 48 horas nesta quarta-feira (18), em protesto contra a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei. Segundo a câmara de exportadores de grãos do país, a greve está paralisando os embarques em todos os portos nacionais.

O sindicato dos portuários afirmou que a greve tem como objetivo defender os direitos dos trabalhadores e a estabilidade no emprego, diante das mudanças propostas na legislação trabalhista. A paralisação ocorre um dia antes de uma greve geral convocada pela CGT, a central sindical argentina.

A reforma trabalhista proposta pelo governo Milei prevê a limitação do direito à greve, o teto das indenizações por demissão, a redução de auxílios-doença e a restrição da capacidade dos trabalhadores de reivindicar indenizações após a demissão.

Câmara dos Deputados da Argentina deve debater o projeto de lei nesta quinta-feira (19), após sua aprovação no Senado na semana passada.

*Com informações da agência Reuters

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