Floriano, Cabeceiras do Piauí e Ribeiro Gonçalves registram chuvas acima de 100 mm

Floriano, Cabeceiras do Piauí e Ribeiro Gonçalves registram chuvas acima de 100 mm

leandro santos
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 Foto: Reprodução

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Floriano registrou forte chuva

As fortes chuvas registradas no Piauí nas últimas 24 horas deixaram alagamentos em várias cidades. Algumas registraram mais de 100 mm, como Floriano, que teve 146 mm, já Cabeceiras do Piauí registrou 135 mm e Ribeiro Gonçalves 102 mm. Dados divulgados pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semarh) apontam que as chuvas continuam.

“Nas últimas 24 horas, o Piauí tem apresentado uma condição de instabilidade atmosférica bastante severa, com alguns municípios registrando chuvas volumosas, a exemplo de Floriano, com 146 mm; Cabeceiras do Piauí, com 135 mm; Ribeiro Gonçalves, com 102 mm; Santa Cruz do Piauí, com 92 mm; e Ilha Grande, com 87 mm. O cenário mostra que os maiores volumes se concentraram principalmente no Sul do estado”, explicou a meteorologista da Semarh, Sônia Feitosa.

Veja as cidades com mais precipitações em 24h:

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Sônia Feitosa alertou que as chuvas devem continuar. “Essas chuvas expressivas e os picos de temporal já vinham sendo alertados pela sala de alerta e previsão da Semarh, que informou que haveria precipitações intensas até 1º de março, com possibilidade de tempestades. Vale lembrar que hoje e até amanhã ainda teremos chuvas significativas”, destacou.

Essas condições são provocadas pela atuação de dois sistemas meteorológicos, um ao Norte e outro ao Sul, que estão atuando simultaneamente e devem permanecer pelos próximos dias.

“É necessário que a população tenha atenção ao se deslocar. Quando não for necessário, evite sair de casa nos horários mais críticos. Caso já esteja na rua, procure abrigo em local seguro, pois os centros urbanos estão mais vulneráveis a enxurradas, especialmente onde a drenagem é mais sensível. Em caso de descargas atmosféricas, evite contato com superfícies molhadas e procure abrigo em local seguro, jamais debaixo de árvores. Como algumas regiões vêm registrando chuvas há vários dias, o solo está encharcado, aumentando o risco de desabamento de muros, barreiras e encostas. Nessas situações, ao identificar qualquer sinal de risco, a orientação é acionar a Defesa Civil, a polícia ou o Corpo de Bombeiros para a adoção das medidas necessárias”, reforçou Sônia Feitosa.

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