
Flaco López, aos 35 minutos do primeiro tempo, marcou o único gol do jogo. Já em vantagem, o Palmeiras viu Carlos Miguel defender um pênalti, em cobrança de Robson, nos minutos finais da etapa inicial e impedir o empate.
No segundo tempo, Gustavo Gómez chegou a balançar a rede, com um gol de cabeça, mas o lance acabou anulado por impedimento.
O placar mínimo, porém, foi suficiente para traduzir um confronto equilibrado, decidido nos detalhes.
A vitória também teve peso simbólico. Na primeira fase, o Novorizontino havia goleado por 4 a 0 a pior derrota da era Abel Ferreira.
A campanha da equipe amarelo e preta, porém, mostra que o resultado não foi casual: depois de eliminar o Santos nas quartas de final, superou o Corinthians na semifinal e confirmou sua consistência ao chegar à decisão.
Os finalistas voltam a se enfrentar no domingo (xx), às 20h30 (de Brasília), no estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte.
Vice-campeão em 2025 e finalista da competição pelo sétimo ano consecutivo, o Palmeiras tenta ampliar sua vitoriosa história na competição e ainda impedir o time do interior de conquistar seu primeiro caneco no torneio.
A final amplia uma sequência marcante do clube da capital. Desde 2020, o Palmeiras disputa sua 17ª decisão de campeonato e busca o 12º título no período.
Único presente em todas as finais do Paulista desde então, o time tenta conquistar o quinto troféu estadual nas últimas sete edições -foi campeão em 2020, 2022, 2023 e 2024, e vice em 2021 e 2025.
Sob o comando de Abel Ferreira, esta é a 16ª final do treinador pelo clube. Dono de dez títulos pelo Palmeiras, o português pode se isolar como o técnico mais vitorioso da história alviverde.
A equipe também mantém retrospecto amplamente favorável em mata-matas contra o Novorizontino: venceu todos os quatro confrontos eliminatórios anteriores entre as duas equipes.