Brasil ganha de virada dos EUA com festa e estádio cheio em SP

Brasil ganha de virada dos EUA com festa e estádio cheio em SP

leandro santos
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 Em amistoso disputado na Neo Química Arena, em São Paulo, a seleção brasileira feminina venceu os Estados Unidos por 2 a 1, na noite deste sábado.


A equipe comandada por Arthur Elias buscou a virada ainda no primeiro tempo.

Sophia Wilson abriu o placar para as americanas logo no primeiro minuto de jogo, mas Tainá Maranhão e Bia Zaneratto marcaram os gols que garantiram o triunfo brasileiro.

O confronto ocorreu simultaneamente ao último compromisso da seleção brasileira masculina antes da Copa do Mundo, que começa na próxima semana. 

Em Cleveland, nos Estados Unidos, o Brasil enfrentou o Egito em amistoso iniciado às 19h (de Brasília), 30 minutos após o pontapé inicial da partida feminina.

Nem a concorrência direta com a equipe masculina afastou os torcedores. Mais de 30 pessoas acompanharam o duelo na Neo Química Arena.

Brasil e Estados Unidos voltam a se enfrentar nesta terça-feira. O novo amistoso será disputado no Castelão, em Fortaleza.

Os dois confrontos integram a preparação da seleção brasileira para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil.

MARTA SÓ NO BANCO

Apesar de ter ido à Neo Química Arena e permanecido no banco de reservas, Marta não entrou em campo no amistoso deste sábado. A camisa 10 sequer foi relacionada para atuar e acompanhou a partida sem uniforme de jogo.

A principal estrela da seleção brasileira está na fase final de recuperação de um edema na coxa esquerda e segue realizando trabalhos de transição física.

Ainda assim, Marta participou da festa com a torcida. Antes do início da partida, ela esteve no gramado, acenou para os torcedores presentes e recebeu o carinho do público na Neo Química Arena.

LANCES IMPORTANTES

Mas já? Os Estados Unidos abriram o placar logo no primeiro ataque da partida.

Aos dois minutos, a defesa brasileira saiu jogando errado, Yohannes recuperou a bola e ela sobrou para Sophia Wilson. A atacante finalizou de fora da área e acertou o canto direito da goleira Lelê.

Duas vezes Dudinha. A resposta brasileira quase veio imediatamente.

Em duas oportunidades seguidas, Dudinha recebeu de costas para a marcação, protegeu bem a bola, conseguiu girar sobre as defensoras, mas acabou bloqueada no momento da finalização.

Inacreditável. Aos seis minutos, Dudinha desperdiçou uma grande chance para empatar o jogo. Bia Zaneratto arrancou pela direita, venceu a marcação, invadiu a área e finalizou mal.

O chute, porém, acabou encontrando a atacante na entrada da pequena área. Livre, ela mandou por cima do gol.

Fica ligada, goleirona! O Brasil quase aproveitou uma falha da goleira americana McGlynn aos sete minutos.

Bia Zaneratto pressionou a saída de bola, bloqueou o passe errado da adversária e viu a bola sair raspando a trave antes de ir para fora.

Finalmente o empate. Depois de uma blitz ofensiva após sofrer o gol logo no início, o Brasil chegou à igualdade aos 11 minutos.

Isabela recebeu pela direita e cruzou na medida para Tainá Maranhão subir mais alto que a defesa e marcar de cabeça.

Vira, virou. A virada brasileira saiu apenas três minutos depois. Bia Zaneratto arrancou em velocidade, tabelou com Dudinha e finalizou rasteiro na saída de McGlynn para colocar a seleção à frente do placar.

Para fora. Os Estados Unidos voltaram a assustar aos 28 minutos. Yohannes cobrou falta por fora da barreira, buscando o canto, mas a bola saiu sem direção.

Parou na goleira. Aos 40 minutos, o Brasil esteve perto de ampliar a vantagem. Dudinha fez boa jogada individual e encontrou Tainá Maranhão. A atacante bateu colocado, mas parou em boa defesa de McGlynn.

Lelê espetacular. Já nos minutos finais da primeira etapa, a goleira brasileira evitou o empate americano.

Sophia Wilson recebeu em velocidade, saiu cara a cara com Lelê, que fechou o ângulo e fez grande intervenção nos pés da atacante.

Quase um golaço. A primeira oportunidade perigosa do segundo tempo foi brasileira. Bia Zaneratto deixou duas marcadoras para trás em bela jogada individual, finalizou com força, mas mandou por cima do travessão.

Na trave! A resposta dos Estados Unidos veio imediatamente. Hutton arriscou de longe, Lelê desviou com a ponta dos dedos e a bola ainda tocou na trave antes de sair.

Pressão americana. Na sequência, as norte-americanas passaram a controlar as ações ofensivas e quase chegaram ao empate.

Após um bate-rebate dentro da área, a bola sobrou para Patterson, que finalizou com perigo. O chute desviou em Isa Haas e saiu pela linha de fundo.

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