Falta um ano para a Copa Feminina, e Atlético-PI mira Elite em 2027

Falta um ano para a Copa Feminina, e Atlético-PI mira Elite em 2027

leandro santos
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 Enquanto o mundo acompanha a Copa do Mundo masculina, que está em disputa neste momento, o calendário já aponta para outro grande evento: daqui a um ano, o Brasil será sede da Copa do Mundo Feminina de 2027. E no Piauí, o Atlético-PI já olha para o próximo desafio: estar entre os principais clubes do país justamente no ano em que o Brasil recebe o Mundial feminino.

Foto: Michael Douglas

Ceará x Atlético-PI (Brasileiro Feminino A2)

O principal objetivo é alcançar a Série A1 do Campeonato Brasileiro em 2027, temporada que terá como cenário a primeira Copa do Mundo Feminina realizada no Brasil. Para a técnica Renata Costa, a competição pode representar um novo momento para o futebol feminino nacional e também para o estado, visto que é uma oportunidade para aumentar a visibilidade da modalidade e abrir novas portas para clubes, atletas e profissionais que trabalham no futebol feminino.

“É importante frisar que o maior objetivo de quando a gente iniciou o projeto aqui no CAP do Feminino era de estar em 2027 na elite do futebol, e a gente está encaminhando tudo para que isso aconteça. É muito importante essa Copa do Mundo no Brasil, acho que fomenta ainda mais o crescimento do futebol feminino. A gente estando na Série A1, Deus quiser e Ele quer, a visibilidade aumenta ainda mais, tanto para as atletas, nós da comissão, o clube e o Piauí também”, destacou a treinadora.

Ex-jogadora da Seleção Brasileira, Renata Costa acompanhou de perto a evolução do futebol feminino. Ela participou do ciclo da equipe nacional em competições internacionais e fez parte do elenco brasileiro na Copa do Mundo Feminina de 2007, disputada na China, além dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Foto: Samuka/Ascom CAP

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Agora fora das quatro linhas, ela vê a Copa no Brasil como resultado de uma construção que começou anos atrás, quando a modalidade ainda enfrentava dificuldades de estrutura e investimento.

“Eu fico muito feliz de ter feito parte lá atrás, quando a gente não tinha uma boa estrutura, mas jogava com muita raça, muita vontade, já pensando no crescimento do futebol feminino. Saber que a gente conseguiu que o futebol feminino crescesse e melhorasse, e conseguir essa Copa do Mundo no Brasil, para mim é um momento de extrema felicidade”, disse.

A Copa do Mundo Feminina de 2027 será a primeira edição do torneio realizada na América do Sul e deve aumentar ainda mais a atenção sobre a modalidade no país. Para o CAP, a meta é chegar ao Mundial com uma equipe piauiense inserida no cenário nacional.

“Isso é muito importante para o futebol piauiense, para que as pessoas também tenham outra visão sobre aqui. Às vezes as pessoas não têm uma visibilidade boa, tanto no feminino quanto no masculino, também por a gente não ter um futebol na elite. Então acredito que isso vai ajudar e muito”, completou Renata.

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