Os moradores do Rio de Janeiro enfrentam nesta quarta-feira (1º) o terceiro dia de greve dos motoristas de ônibus.
A Justiça do Trabalho determinou que as empresas coloquem em circulação ao menos 80% da frota operacional ativa durante o período de paralisação. Na decisão, o TST reconhece que o transporte coletivo é um serviço essencial e que a manutenção de 50% da frota representava risco à ordem e à segurança pública.
Em caso de descumprimento da decisão, foi fixada multa diária de R$ 100 mil.
O segundo dia de greve dos rodoviários foi marcado por confusão em assembleia e depredação de ônibus.
Passageiros enfrentaram dificuldades para voltar para casa em diferentes regiões da cidade. Quem depende do transporte público enfrentou longas filas e espera de até 90 minutos para conseguir embarcar.