Cobrança de 12% de imposto sobre exportações de petróleo é prorrogada

Cobrança de 12% de imposto sobre exportações de petróleo é prorrogada

leandro santos
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28/05/2026 - Pré-sal da Bacia de Santos -Esta é a P-67, uma unidade gigante do tipo FPSO (sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência) que opera no pré-sal da Bacia de Santos. Com impressionantes 353 mil toneladas, 288 metros de comprimento, 54 metros de largura e 31 metros de altura, essa estrutura colossal tem capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de petróleo e comprimir até 6 milhões de m³ de gás natural. Mostrar o cotidiano, a segurança e a dedicação dos profissionais que trabalham embarcados nessa superestrutura é uma forma de valorizar quem constrói a nossa história todos os dias.

Como parte ativa do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, a Petrobras reafirma o compromisso de construir um ambiente de trabalho mais inclusivo e representativo, quebrando barreiras históricas no setor offshore e impulsionando a equidade tanto em terra quanto mar afora. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
© RAFA NEDDERMEYER/AGÊNCIA BRASIL

cobrança de 12% de tributos sobre as exportações de petróleo foi prorrogada por mais 60 dias. A decisão foi tomada pela Câmara de Comércio Exterior nessa quinta-feira (27), e vale a partir do dia 8 de setembro.

No entanto, a cobrança efetiva está suspensa por decisão judicial. O caso agora está sob análise da Advocacia-Geral da União (AGU), segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Essa tarifa foi criada por Medida Provisória (MP) em março para compensar as subvenções sobre o diesel, adotadas para evitar a alta de preços dos combustíveis causada pela guerra iniciada por Estados Unidos e Israel contra o Irã. No entanto, a MP perdeu a validade em julho, porque o Congresso Nacional não a aprovou.

Então, a Camex prorrogou a medida de forma administrativa no mês passado e novamente agora.

Só que as empresas do setor acionaram a Justiça Federal contra a medida. Argumentaram que era a manutenção de uma cobrança que o Congresso decidiu deixar caducar. O juiz concordou, afirmou que ato seria uma "burla ao devido processo legislativo" e suspendeu a cobrança.


 
*Com informações da Agência Brasil

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