IPCA fecha julho com alta de 0,07%

IPCA fecha julho com alta de 0,07%

leandro santos
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10/07/2026 - Brasília - dinheiro, moeda, real, reais, cédula, cédulas, nota, notas, moeda brasileira, dinheiro brasileiro, inflação, inflação alta, deflação, economia, economia brasileira, mercado, mercado financeiro, finanças, finanças pessoais, orçamento, orçamento doméstico, renda, renda familiar, salário, salário mínimo, remuneração, vencimento, pagamento, poder de compra, custo de vida, custo dos alimentos, aumento de preços, alta dos preços, carestia, desvalorização, valorização, perda do poder de compra, crise econômica, recessão, crescimento econômico, consumo, consumidor, compras, supermercado, cesta básica, despesas, gastos, contas, contas a pagar, boletos, dívida, dívidas, endividamento, inadimplência, poupança, economia doméstica, investimento, investimentos, aplicações financeiras, juros, taxa de juros, taxa Selic, Banco Central, crédito, empréstimo, financiamento, cartão de crédito, débito, PIX, transferência bancária, banco, instituição financeira, orçamento familiar, planejamento financeiro, reserva de emergência, patrimônio, riqueza, patrimônio líquido, capital, capital financeiro, lucro, prejuízo, receita, despesa, balanço financeiro, impostos, tributos, tributação, imposto de renda, arrecadação, arrecadação fiscal, carga tributária, imposto, taxa, tarifas, câmbio, dólar, euro, cotação, câmbio flutuante, desvalorização cambial, valorização cambial, moeda estrangeira, inflação acumulada, índice de preços, IPCA, INPC, IGP-M, poder aquisitivo, renda per capita, desenvolvimento econômico, estabilidade econômica, política monetária, política fiscal, oferta, demanda, produtividade, consumo consciente, educação financeira, planejamento financeiro, equilíbrio financeiro, independência financeira, riqueza, prosperidade, orçamento público, gastos públicos, contas públicas, déficit, superávit, tesouro nacional, moeda forte, moeda fraca, liquidez, circulação de dinheiro, s
© RAFA NEDDERMEYER/AGÊNCIA BRASIL

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,07% em julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE. O resultado representa desaceleração em relação ao mês anterior, quando o índice, considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,16%.

No acumulado de 2026, o IPCA está em 3,44%. Já nos últimos 12 meses, o percentual é de 4,44% - abaixo dos 4,64% registrados até junho.

Segundo Fernando Gonçalves, gerente responsável pela pesquisa, o grupo Habitação foi o que mais pesou no resultado de julho.

"A maior variação, 0,99%, e o maior impacto, 0,15 ponto percentual, vieram no grupo habitação, com o avanço da energia elétrica residencial, que saiu de 1,53% para 3,09%. Em julho, além da incorporação de reajustes tarifários de concessionárias de algumas áreas do índice, permaneceu a vigência da bandeira tarifária amarela, com acréscimo na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos".

O grupo alimentação e bebidas teve nova queda em julho (-0,67%). A alimentação no domicílio variou -1,14%, com influência das quedas do café moído, da cenoura, batata inglesa e do tomate. Já entre os produtos que registraram alta, destaque para o leite longa vida, com 2,47% de variação, e para as frutas, com 1,20%.

Entre as capitais, a maior variação, de 0,32%, foi registrada em Rio Branco. O menor resultado, de -0,45%, ocorreu em Belém.

Ainda de acordo com o IBGE, o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) ficou praticamente estável em julho, com variação de menos 0,01%, abaixo do resultado de junho, de 0,14%.

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