O desejo de construir uma família sempre fez parte dos planos de Luan Victor Almeida Lima. Ao lado do marido, Bruno, também médico infectologista, ele buscava uma forma de realizar o sonho da paternidade. O que Luan não imaginava era que a própria mãe seria responsável por uma das etapas mais importantes dessa história.
Em 2022, Luan e Bruno, médicos cearenses que atuam no Instituto do Câncer do Ceará (ICC), decidiram entrar na fila de adoção. A expectativa era de que, em pouco tempo, pudessem receber uma criança em casa. No entanto, ao descobrirem que o processo poderia levar cerca de seis anos, o casal começou a considerar outras possibilidades.
Foi então que Nágela, mãe de Luan, surpreendeu os dois com uma proposta. Durante uma conversa, ela perguntou se poderia gestar o filho do casal como barriga solidária.
“Eu nunca tinha pensado nessa possibilidade. Foi ela quem teve a ideia”, contou Luan. A proposta surgiu depois que Nágela acompanhou o filho em uma das etapas do processo de adoção e percebeu que a espera poderia ser longa.