O presidente Lula comentou, durante discurso da Assembleia Geral da ONU, que não iria aceitar ingerências sobre o PIX, defendendo o meio de pagamento como 'democrático'.
Ele falou isso em um recado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o governo americano, que fez investigações e levantamentos com críticas ao sistema de pagamento, que atinge diretamente os meios de cartão americanos.
Em outro recado aos EUA, Lula diz que a exploração de recursos minerais no Brasil terão de beneficiar a população, com transferência de tecnologia.
Durante discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente brasileiro Lula citou indiretamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em algumas ocasiões.
Ele falou que as 'ingerências externas em processos eleitorais' aumentaram. Além disso, defendeu as fronteiras nacionais e um combate conjunto ao crime organizado, com a 'falta de coordenação'.
O brasileiro declarou que o 'Brasil não cabe no quintal de ninguém' e que 'não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas', como ocorreu com os EUA.
Ao falar sobre o crime organizado, ele declarou:
'Não vamos terceirizar a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir a população o direito de viver sem medo. Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas. Precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado. Esse é o espírito da proposta que entreguei pessoalmente ao presidente dos Estados Unidos'
Além disso, na temática internacional, Lula afirmou que ameaçar um país de extinção, como Trump chegou a fazer com o Irã, não mudaria em nada na guerra. Ele também comentou que o Estreito de Ormuz se tornou no central de forma equivocada.
O brasileiro defendeu que o conflito no Oriente Médio gerou um problema para a economia global.
Ele ainda comentou sobre Cuba, declarando que o embargo feito pelos Estados Unidos era extremamente agressivo.
O presidente brasileiro Lula afirmou que a Organização das Nações Unidades está 'falhando' e vive 'seu momento mais crítico' em atuar contra as guerras do mundo.
Ele comentou que líderes e os presidentes que possuem assento no Conselho de Segurança da ONU precisam atuar para evitar a situação.
'O ano de 2025 registrou o mais número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial. A guerra é a falência total da política e não a continuação da política por outros meios'.
Presidente brasileiro citou diretamente a guerra na Faixa de Gaza, chamando ataques israelenses de 'genocídio'.
Lula defendeu negociações para a paz das guerras em meio ao aumento das tensões internacionais. Ao longo do discurso, o presidente afirmou que a ONU precisa recuperar sua capacidade de diálogo e mediação. Para Lula, a organização deve atuar para evitar guerras.