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4 de jan. de 2020

Moradores denunciam árvores com risco de queda na zona Norte de THE

A chegada do período chuvoso em Teresina tem deixado muita gente em alerta. A população tem reclamado de árvores sem poda e com risco de queda, já que algumas delas ficam próximas às residências e calçadas movimentadas, como a região do Jardim Botânico, localizado na zona Norte. Por lá, moradores têm solicitado a poda à Secretaria de Meio Ambiente de Teresina (SEMAN), já que se sentem ameaçados com os grandes galhos que passam do muro do grande jardim.
Na segunda-feira, uma árvore caiu em frente a uma  igreja no bairro Cristo Rei, durante chuva em Teresina. Postes foram danificados, houve queda de energia e danos na estrutura da igreja.  As ventanias têm deixado muita gente assustada e também mais atenta.
A estudante Evangelina Almeida mora na zona Norte, e durante a semana utiliza a calçada próxima ao Jardim Botânico para chegar em casa. A jovem relata que agora vai ficar atenta.  “Até que eu não tinha reparado, mas realmente é perigoso, principalmente quando o vento é forte”, disse.
Em alguns pontos do Jardim, o muro está danificado e com a aparência de troncos que invadiram o limite da área. Para quem tem árvores em casa, observar com cautela as plantas pode impedir maiores estragos.
O biólogo Ribamar Júnior comenta que o desequilíbrio estrutural dessas árvores também pode ser ocasionado pela má poda, que compromete a distribuição de peso e deixa  mais propensa à queda. Outro fator também deve ser observado. “Se a árvore encontra-se em uma área isolada, onde se destaca pela grande altura, é importante verificar o estado de sanidade de suas raízes e a qualidade de seu solo”, completa Ribamar.
Crédito: José Alves Filho
As raízes com sinais de parasitoses ou infestação de doenças são outros pontos fáceis de diagnosticar. Assim como a queda de folhas fora da época, também indicam anomalias e deixam-nas mais propensas à infestação de cupins que podem enfraquecer o caule, ocasionando, quase sempre, a morte da árvore e consequentemente sua queda.
A reportagem do Jornal Meio Norte entrou em contato com a Semam, mas até o fechamento desta matéria não recebeu nenhum posicionamento. 

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