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10 de dez. de 2020

Governador quer regras para festas de Réveillon e testagem para trabalhadores

 Foto: Roberta Aline

 

O governador Wellington Dias (PT) deixou claro que não vai abrir mão de um regramento para evitar a disseminação da Covid-19 nas festas de Réveillon. Ele defende desde medidas de distanciamento em eventos como testagem para turistas de outros estados e para as pessoas que vão trabalhar na virada de ano. Hoje (10), o COE (Comitê de Operações Emergenciais) do Estado se reúne para anunciar as novas medidas. 

“O que nós estamos trabalhando é o que é possível dentro da regra. Claro que nós vamos ter que comemorar o final do ano, porém, vai ter que ser dentro da regra. Será em local fechado? Em local aberto? Quais são as regras? Qual a regra de distanciamento de uma mesa para outra? Qual a regra na chegada? Estão vindo pessoas de fora? Eu não quero que traga o coronavírus e tem que examinar uma a uma na chegada”, defendeu o governador.

Segundo Wellington Dias, o Estado vai trabalhar para que as comemorações sejam adequadas a realidade atual.

“As pessoas que vão trabalhar também não podem transmitir. Tem que todas serem testadas. O regramento nós não vamos abrir mão dele. Vai ter réveillon? Vai. Vai ter aglomeração? Não. Vamos trabalhar para que a gente tenha uma forma de comemoração adequada a uma realidade de coronavírus”, afirmou.

O governador ressaltou que o Piauí está numa situação de estabilidade, mas que não pode descuidar. “Conversei com a equipe técnica e não podemos sair da linha que viemos até agora. Nós já percebemos que, aquilo que nós colocamos de regramento está dando resultado. Não há casos de contaminação nos comércios, nas atividades em que as pessoas cumprem as regras, porém, toda vez que eu tenho gente sem máscara, pessoas aglomeradas, ali eu tenho contaminação”, destaca.

Wellington Dias pede o apoio da população e frisa que vai cobrar que cada um faça a sua parte.

“Muita gente não vai viver esse réveillon porque o coronavírus matou e eu não quero isso pra ninguém. Eu quero que as pessoas compreendam, são medidas duras, antipáticas, mas nós não vamos abrir mão delas. Ninguém quer a segunda onda. Todo mundo tem que fazer a sua parte e como governador eu vou cobrar com toda força e toda coragem pra gente ter bom resultado”, finalizou.

 

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