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14 de jun. de 2022

Cúpula da CPI recorre de decisão que manteve investigação da PF que mira vazamentos da Comissão





Senadores da Cúpula da CPI da Covid apresentaram um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra decisão da Segunda Turma que decidiu que a Polícia Federal poderia ter aberto investigação sobre o suposto vazamento de documentos sigilosos obtidos pela Comissão.

A ação apresentada foi um embargos de declaração, que é um tipo de recurso usado pedindo que esclareça alguns pontos de uma decisão.


O ministro Edson Fachin, relator do caso, votou pela rejeição do habeas corpus movido pela cúpula contra a investigação. Ele já havia negado o pedido em decisão liminar e manteve o posicionamento.

Em sua avaliação, a PF seguiu os todos os procedimentos ao instaurar a apuração preliminar e não há indício de ilegalidade ou abuso de poder.


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Fachin foi seguido pelos ministros Nunes Marques e André Mendonça.

“O acórdão embargado não se define de forma proporcional à importância das garantias constitucionais em questão até que ponto a polícia judiciária pode avançar contra Senadores da República em investigações preliminares, sob supervisão exclusiva do Poder Executivo, como na espécie, sem qualquer intervenção da Procuradoria-Geral da República e do Supremo Tribunal Federal”, disse a cúpula no recurso.

O voto com entendimento diferente foi dado por Gilmar Mendes. Segundo ele, a PF não poderia ter iniciado as investigações envolvendo autoridades com foro sem comunicar ao Supremo e à Procuradoria-Geral da República. O ministro pediu o trancamento da ação.

Mendes foi seguido pelo ministro Ricardo Lewandowski.

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