Na reunião do G7 em Paris, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, vai discutir com ministros de outros países basicamente três assuntos: os efeitos da guerra no Brasil e no mundo, a atração de investimentos e os minerais críticos.

O G7 reúne as sete maiores economias do mundo. O Brasil participa do evento que antecede a reunião de cúpula, em junho.
Especialmente sobre os minerais críticos, o ministro vai tratar da questão da industrialização, para que o Brasil não seja apenas exportador de matéria prima. Isso depois da Câmara ter aprovado o marco regulatório do setor.
"Avançar para o estímulo a industrialização desses minerais no Brasil, fugindo um pouco da lógica histórica da gente ser meramente exportador de mineral crítico. E, para isso, o incentivo ao investimento no país é fundamental, e é fundamental dar segurança jurídica. Por isso um novo marco que garanta procedimentos céleres, procedimentos seguros, evitando a judicialização com grande pactuação com o setor".
A fala do ministro ocorreu na manhã desta segunda-feira (18), após reunião sobre taxação internacional.
Efeitos da guerra no Irã
Sobre os efeitos da guerra para conter a alta de combustíveis, Durigan afirmou que acompanha as medidas tomadas por outros países e que a troca de informações é importante.
"Tem sido importante acompanhar para adotar as melhores práticas no Brasil para lidar com a guerra. Tem sido fundamental esse debate global, é algo que impacta todo mundo de maneiras diferentes".
Por fim, na reunião desta terça-feira com demais ministros das finanças e presidentes de Bancos Centrais, outro assunto tratado será os investimentos para o Brasil. Durigan vai apresentar o Eco Invest, programa criado para atrair investimentos privados e capital para projetos sustentáveis de longo prazo.
