Ex-funcionária de telefonia é apontada como “cabeça” de suposto esquema de fraudes eletrônicas

Ex-funcionária de telefonia é apontada como “cabeça” de suposto esquema de fraudes eletrônicas

leandro santos
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Uma ex-funcionária de uma empresa de telefonia é apontada como a principal articuladora de um suposto esquema criminoso de fraudes eletrônicas investigado na Operação Chip Falso, deflagrada nesta quarta-feira (15), em Teresina. A informação foi revelada pelo delegado Humberto Márcola, do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC).

A ação teve como alvo uma associação criminosa estruturada, especializada na prática de fraudes eletrônicas e invasões de sistemas informáticos. Em entrevista à Rede Meio Norte, o delegado informou que a mulher teria utilizado informações privilegiadas sobre os sistemas da operadora para realizar o golpe conhecido como SIM Swap.

“Com esse conhecimento, ela conseguia fazer toda essa clonagem, angariar essas pessoas para que pudesse, fazer o SIM Swap, mudar a titularidade de uma pessoa que é legítima, que é cliente normal, para um criminoso, transferindo essa titularidade”, informou o delegado.
COMO FUNCIONAVA O GOLPE DO SIM SWAP?



Segundo a Polícia Civil, o golpe conhecido como "SIM Swap" consistia na transferência ilegal de linhas telefônicas de clientes legítimos para chips virgens controlados pelos criminosos. Com o acesso ao número das vítimas, o grupo conseguia praticar diversos tipos de fraude.

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