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4 de ago. de 2021

Lula tem 46%, Bolsonaro 29% e Ciro 12%, diz pesquisa Genial/Quaest



Pesquisa de intenção de voto para presidente feita pela Quaest por encomenda da Genial Investimentos indica uma situação de vigorosa estabilidade em relação aos dados apurados no mês passado pela mesma empresa, quadro que, segundo o responsável pelo levantamento, mostra-se muito favorável ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em todos os cenários, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a preferência, tanto no primeiro quanto no segundo turno e não há um candidato de terceira via capaz de mudar esse quadro. Foram testados nomes como Ciro Gomes, Sergio Moro, João Dória, Eduardo Leite, Henrique Mandetta e Datena e nenhum deles conseguiu ter força para ir para um segundo turno com Bolsonaro e Lula na disputa, com o petista à frente com 44% a 46% da preferência dos votos. Já Bolsonaro oscilou entre 27% e 29% da preferência e Ciro Gomes alcançou 12%.


No segundo turno a vantagem de Lula é mais expressiva com 53% a 58% nos sete cenários avaliados.

Lula, Bolsonro e Ciro aparecem nas primeiras colocações de pesquisas


A terceira via continua sem espaço para viabilização, especialmente, porque os candidatos não são muito conhecidos pela população. Na média, a intenção de voto para presidente no segundo turno Lula manteve 54% da preferência e Bolsonaro, 33%.

De acordo com a pesquisa, a economia piorou para 47% dos entrevistados, mas 31% deles esperam que ela melhore um pouco dentro de 12 meses. Outros 19% mais otimistas acham que deverá melhorar muito. Ao serem questionados sobre qual é o maior problema que o país enfrenta hoje, 23% responderam que é a pandemia e 16% o desemprego. A terceira maior preocupação, com 13% das resposta teve empate entre falta de atendimento na saúde e crise econômica.

A pesquisa ouviu 1,5 mil pessoas entre 29 de julho e 1º de agosto em 27 unidades da da federação tem uma metodologia diferenciada e que é ajustada periodicamente, com margem de erro de três pontos percentuais.

Rejeição a Bolsonaro aumenta entre os mais pobres

A segunda edição da pesquisa qualitativa sobre as eleições de 2022 da Genial/Quaest revela que a rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não teve alteração entre julho e agosto, mantendo-se em 44% entre julho e agosto. Contudo, a avaliação negativa do chefe do executivo aumentou entre os mais pobres, principalmente no Nordeste, e a tendência é piorar entre os mais ricos se a economia não apresentar uma recuperação de fato, pois ela será o fator decisivo nas urnas.

De acordo a pesquisa divulgada nesta quarta-feira (4/8), enquanto a rejeição ao presidente caiu no Centro-Oeste de 48% para 35%, entre julho e agosto, no Norte e no Nordeste, a avaliação negativa de Bolsonaro passou de 39% para 47% e de 49% para 56%, respectivamente. Nas regiões Sul, única região do país em que a aprovação a Bolsonaro supera a rejeição, a avaliação negativa de Bolsonaro passou de 34% para 31%. E, no Sudeste, a rejeição ao presidente recuou de 45% para 43%.

Na avaliação do cientista político e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Felipe Nunes, coordenador da pesquisa e CEO da Quaest, o levantamento deixou bem claro que, a rejeição a Bolsonaro estar crescendo entre os mais pobres, que são a maioria da população. Contudo, a rejeição ao presidente ficou estável porque a pesquisa que tenta representar todos os substratos da sociedade de forma equilibrada e houve uma sensível melhora na avaliação do presidente entre os mais ricos e queda na rejeição entre residentes no Centro-Oeste, no Sul e no Sudeste.

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