Parreira está na UTI e respira com ajuda de aparelhos

Parreira está na UTI e respira com ajuda de aparelhos

leandro santos
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 Foto: Rafael Ribeiro / CBF

CARLOS ALBERTO PARREIRA

O ex-técnico da seleção brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, com um quadro de infecção pulmonar.

De acordo com o boletim médico divulgado nesta quinta-feira (18), o comandante da conquista do tetracampeonato da Copa do Mundo, em 1994, respira com ajuda de aparelhos, mas tem estado de saúde considerado estável.

"O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que o ex-técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com um quadro de inflamação pulmonar e respira com auxílio de aparelhos. O paciente encontra-se estável, sem previsão de alta para o quarto", informou o hospital.

A família agradeceu as manifestações de apoio recebidas.

A informação da internação do ex-treinador foi confirmada pelo SBT News na quarta-feira (17), mas, até então, não havia informações sobre o estado de saúde dele.

Linfoma de Hodgkin

Parreira foi diagnosticado em 2023 com um linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema linfático, e realiza tratamento desde então.

Os linfomas são tipos de câncer que afetam o sangue, como a leucemia. Mas, enquanto a leucemia acomete a medula óssea, o linfoma está presente no sistema linfático, formado de vasos e linfonodos (gânglios). O sistema faz circular a linfa, que contém as células de defesa do organismo, os chamados linfócitos.

No linfoma de Hodgkin, os linfócitos do tipo B apresentam uma anormalidade. Eles são maiores do que as células saudáveis e se multiplicam de forma desordenada.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, a doença pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas é mais comum entre adolescentes e adultos jovens (15 a 29 anos), adultos (30 a 39 anos) e idosos (75 anos ou mais). A doença também é mais comum entre homens do que entre mulheres.

A maioria dos pacientes com linfoma de Hodgkin pode ser curada com os tratamentos disponíveis atualmente.

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